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Imóvel: alternativa de aposentadoria

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Um jovem que entra para o mercado de trabalho com pouco mais de 20 anos, atinge sua maturidade profissional próximo dos 30, conquistando a plenitude de sua carreira, principalmente financeira, por volta dos 40. Nessa fase, paulatinamente, vai desacelerar suas atividades e, consequentemente, seus ganhos.

Obviamente, essa análise cronológica não é um dogma, mas, em menor ou maior grau, constitui a maioria das ocorrências dessa população. Lembra-nos a famosa curva de Gauss, concatenando idade a ganhos financeiros, ou seja, teremos no início e no fim da carreira ganhos percentuais menores do que os que se concentram na fase central da vida do executivo.

No caso de profissionais liberais, esse quadro se mostra ainda mais presente, uma vez que eles não contam com um plano de aposentadoria complementar patrocinado por empresas.

A recente crise dos mercados mundiais, a notória insegurança que os ativos financeiros geram e os constantes questionamentos que temos recebido de pessoas de todas as áreas e segmentos, nos estimulam a essa análise comparativa, que sugere a compra de imóveis, visando a preservação da renda depois da aposentadoria.

Reiterando nossas colocações anteriores, a ideia de ter uma vida confortável, que possibilite a realização de sonhos e desejos, aparece na carreira de um executivo quando ele atinge o ápice de suas potencialidades, em torno dos 40 anos.

Nessa análise, nos deteremos ao momento em que o investidor tem como objetivo acumular a quantia de R$ 1,2 milhão nos próximos 20 anos, sem qualquer capital inicial, o que gera uma poupança mensal necessária de aproximadamente R$ 2.500, considerando-se a taxa líquida de 6% ao ano.

Por outro lado, se a mesma quantia for destinada à compra de um ou mais imóveis, esse mesmo investidor poderá adquirir, ao fim de um período de 120 meses, ou 10 anos, ou metade do tempo previsto anteriormente, um ativo imobilizado cujo valor estimado é de R$ 300 mil, gerando uma renda mensal de R$ 2 mil, depois do terceiro ano de compra, considerando imóveis em construção.

Depois do terceiro ano, portanto, o imóvel gera uma receita que poderá corresponder a parcela significativa da prestação de vida, abrindo um excedente de caixa para novas aplicações, seja em ativos financeiros ou reais.

Assim, o investidor forma uma carteira sólida e rentável, ainda nos anos de maior produtividade e, consequentemente, de maior rentabilidade, permitindo auferir ganhos anteriores à aposentadoria. Isso pode favorecer a abertura de novas frentes de oportunidades, até mesmo no mercado financeiro.

Finalmente, cabe lembrar que o imóvel é um ativo que conjuga sua inquestionável segurança com uma rentabilidade constante, aliada a uma liquidez relativa. Sempre haverá compradores dispostos a adquirir um bem de raíz, formando, assim, o tripé básico de um investimento, que poderá ser uma alternativa sólida de uma futura aposentadoria tranquila.

Engenheiro e advogado, sócio da Precisão Consultoria, e autor do livro Guia de negócios imobiliários – Como comprar, vender ou alugar seu imóvel

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