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Mercado imobiliário

Despesas e festas de fim de ano

Com a chegada do fim de ano, diversas preocupações surgem nos condomínios. Além das festas e decorações de Natal, as despesas e os desafios desta época chegam ao mesmo tempo

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postado em 30/10/2016 13:20
Com a chegada do fim de ano, diversas preocupações surgem nos condomínios. Além das festas e decorações de Natal nas áreas comuns, as despesas e os desafios desta época, como segurança no período de férias, dissídio dos funcionários, 13º salário, gratificações de Natal, previsão orçamentária para o ano seguinte e muitos outros pontos chegam ao mesmo tempo. Para gerir todas elas, é fundamental que o síndico ou a administradora de condomínio planeje toda a rotina e se organize para evitar problemas e dor de cabeça desnecessárias.

Em relação às festas de fim de ano, é recomendável que quem quiser utilizar o salão de uso comum confira se há reservas do espaço e observe a política do condomínio. Para a segurança de todos, é fundamental que se tenha uma lista com os convidados na portaria, evitando, assim, a circulação de pessoas não autorizadas no prédio. Outro ponto fundamental a ser pensado é a segurança de todo o condomínio, em função das férias. Os funcionários devem estar atentos para pessoas e atitudes suspeitas; orientações e lembretes sobre normas do condomínio e segurança também são essenciais.

As tradicionais decorações de Natal devem ser planejadas de acordo com as regras do condomínio. Antes de investir tempo e dinheiro nos enfeites natalinos, os condôminos devem checar se há restrições quanto à colocação de itens em alguma área externa ou de uso comum. Já as decorações realizadas nas áreas comuns, a cargo do condomínio, devem ser pensadas de acordo com o orçamento definido para o ano. Por isso, é necessário pesquisar e aprovar os custos em assembleia. Ao comprar um item, o ideal é priorizar aqueles que poderão ser utilizados nos próximos anos. Para evitar desavenças, também se torna importante oficializar as decisões para a decoração em assembleia.

Fim de ano também significa férias, em alguns casos. Por isso, para evitar a inadimplência dos condôminos, uma boa ideia é entregar a cota condominial de janeiro com antecedência. Com isso, o condomínio não corre o risco de ficar no prejuízo em função da ausência de seus moradores. O síndico ou a administradora também deve convocar uma assembleia para definir o orçamento para o próximo ano, a chamada previsão orçamentária.

Se as dificuldades são em controlar as despesas nos condomínios, pois o fim de ano também é sinônimo de aumento nos custos condominiais por causa dos gastos dessa época, é importante já incluí-los no orçamento do ano. O consumo de água e de energia elétrica costuma subir muito nesse período. No entanto, os problemas podem ser minimizados se o síndico se antecipar fazendo recomendações por comunicados internos, reuniões para compartilhar a situação financeira do prédio, assembleias e reforçar sempre sobre o uso adequado dos espaços e horários.

As tradicionais caixinhas e abonos para os funcionários e prestadores de serviço devem estar previstas no orçamento anual do condomínio. Caso não tenha feito a previsão, deve-se reunir os moradores em assembleia e fixar um valor ou uma margem do que pode ser oferecido. Essa gratificação não é obrigatória; por isso, é fundamental o aval dos condôminos que querem participar.

Sobre os funcionários, caso eles sejam próprios do condomínio e não terceirizados, é essencial que a administradora ou síndico monte um esquema de plantão no Natal e ano-novo. Já o pagamento do 13º salário dos funcionários, a aquisição de cestas de Natal ou outro benefício devem estar previstos no orçamento do ano. De preferência, o custo pode estar diluído nas 12 prestações das taxas condominiais. Caso os colaboradores sejam terceirizados, eles não recebem 13º salário do condomínio onde trabalham, uma vez que as obrigações trabalhistas cabem à empresa que terceiriza essa mão de obra.

Com esses cuidados, os condomínios certamente vão fechar o ano em dia com os custos e despesas e evitar contratempos nesta época. Por isso, o velho ditado também vale para esse caso: prevenir é melhor que remediar.

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