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postado em 29/09/2009 19:24 Júnia Leticia /Estado de Minas
Para Laura Rabe, presidente da Associação Mineira de Decoradores de Nível Superior, o designer deve estar incessantemente à procura de inovações, soluções e materiais em todos os cantos - Gladyston Rodrigues/Ao Cubo Filmes Para Laura Rabe, presidente da Associação Mineira de Decoradores de Nível Superior, o designer deve estar incessantemente à procura de inovações, soluções e materiais em todos os cantos
A busca pela qualidade de vida tem feito com que, cada vez mais, o designer de interiores seja solicitado, como conta a presidente da Amide. "Quem contrata um profissional hoje em dia é a pessoa que quer viver bem. Por isso, atualmente, os clientes são de vários estratos sociais. A classe A é só uma e a cada dia cresce o número de pessoas buscando pelos serviços de decoração", observa Laura Rabe.

Para atender os mais diversos públicos, uma das dicas é aliar o prático e o estético, com um custo que caiba no bolso do cliente. Quem dá a receita é a designer de interiores Patrícia Satler. "Isso evita que ele pare no meio da obra e descubra que não tem condições financeiras para continuar”, ressalta a profissional, que informa ter um custo fixo de R$ 800 por ambiente. “Se uma sala é muito grande e comporta quatro ambientes, o valor é multiplicado por quatro e muitas vezes dou um desconto no pacote. O valor do projeto não é revelado nem entre os profissionais por ser uma base referencial. Sempre negociamos", acrescenta.

Outra forma de cobrança é por hora técnica, em caso de consultorias, que também têm valor e forma de pagamento variáveis. "Em minha opinião, o preço do projeto é mais compensador do que a consultoria no caso de um ambiente inteiro", opina. Na hora de contratar um profissional, Patrícia Satler alerta para a importância de se fazer um pesquisa, não só de preços. "É necessário ter indicações da postura, linha de trabalho, equipe, credibilidade, parcerias com lojas que tenham estrutura e se dediquem à pesquisa de mercado e atendimento ao cliente", conta.

Caso o cliente tenha a indicação de um bom profissional, a designer de interiores aconselha a negociação, adequando o custo à realidade. "O projeto não é um produto acabado, embalado e posto na prateleira. É uma prestação de serviço com características bem específicas", completa Patrícia Satler, que faz um alerta para propostas com custo muito abaixo do mercado. "O decorador deixou de ser um luxo, tornando-se uma necessidade para o cliente morar melhor, principalmente com a redução dos espaços nas residências", lembra.
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