Bancos ganham espaço e passam a ser as estrelas do ambiente

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postado em 14/06/2011 11:45 Maria Júlia Lledó /Correio Braziliense
Ambientes da exposição Casa da Casa  
Ambientes da exposição Casa da Casa
Até poucos anos atrás, os mais variados designs de cadeira ocupavam, excessivamente, as páginas das revistas de arquitetura. Não era para menos. Complexo exercício para qualquer designer, a criação de uma cadeira deve considerar desde o ponto de vista ergométrico ao tipo de material. Hoje, o xodó dos criadores é outro. Uma mobília que nunca teve tanta pompa e só era convocada para entrar em campo quando faltavam cadeiras. Com vocês, o banquinho, que até de papelão pode ser feito.

Inspiradas pelo conceito de sustentabilidade, as empresárias Paula Konka e Natália Quirino trouxeram para Brasília bancos e outros móveis fáceis de montar, duráveis e de baixo custo. O banquinho de papelão criado pela empresa 100’t suporta mais de 100kg e ainda pode ser customizado (tinta, tecido, adesivo) ao gosto do freguês. “O melhor é pensar que na hora em que você fizer a mudança de casa, basta dobrá-lo e carregá-lo embaixo do braço”, conta Paula.

Outro materiais como madeira, couro, cerâmica, veludo, com perna, sem perna ampliam o vocabulário extenso dos bancos. A cada dia, vemos novos modelos nas vitrines. Segundo o arquiteto Ralph Gehre, essa convergência de interesses explicaria a escalada do banquinho: de coadjuvante para peça de design de interior do ano. No espaço expositivo Casa da Casa, na praça central do shopping Casa Park, Ralph mostra quais significados um banco pode despertar em 12 ambientes de um espaço de 80m². Democrático e acessível, o móvel é mesa de centro, peça de design, aparador de livros, de drinks e o que mais sua imaginação e a necessidade mandar. “Ele é novo desejo de consumo. Curinga para o designer e para o ambiente”, avisa o arquiteto.

Dica do especialista

“O banco está para o ambiente como a gravata para o terno. Ele é a chance de ultrapassar o limite do razoável, de tornar algo mais ousado. E não precisa combiná-lo com nada que não seja o seu uso. Por isso, não recomendo rigor na escolha de um banco para sua casa.”
 
Bancos Rolha, da loja Líder; Quito, design de Julia Krantz, para a loja Hill House; Pino, em laca vermelha brilhante, da loja Líder  
Bancos Rolha, da loja Líder; Quito, design de Julia Krantz, para a loja Hill House; Pino, em laca vermelha brilhante, da loja Líder
Bancos Kinkan Roxo, Ceni Azul e Chandoba, todos da loja Etna  
Bancos Kinkan Roxo, Ceni Azul e Chandoba, todos da loja Etna
Bancos de papelão da 100't, em suas versões natural e costumizada  
Bancos de papelão da 100't, em suas versões natural e costumizada
Bancos de cerâmica criado pela artista plástica Cris Conde e de madeira, da Tok & Stok (vermelho)  
Bancos de cerâmica criado pela artista plástica Cris Conde e de madeira, da Tok & Stok (vermelho)
Banquetas de madeira, da loja Sierra by Mainline e bancos Sônia, design de Sérgio Rodrigues, na loja Hill House  
Banquetas de madeira, da loja Sierra by Mainline e bancos Sônia, design de Sérgio Rodrigues, na loja Hill House
Banquinhos Nuvem, de pinus natural e lã, design da Studio Habitart, loja D%u2019core e bancos Recycled de madeira de demolição, design de Flávia Antoniolli, na loja D'core  
Banquinhos Nuvem, de pinus natural e lã, design da Studio Habitart, loja D%u2019core e bancos Recycled de madeira de demolição, design de Flávia Antoniolli, na loja D'core
Banquetas Valentim, Design de Tunico Lages, loja D'core  
Banquetas Valentim, Design de Tunico Lages, loja D'core

Tags: espaço

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