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Talento transforma o setor da decoração em referência em Minas Gerais

Jovens arquitetos e profissionais do segmento se destacam pela competência e qualidade

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postado em 05/02/2018 14:48 / atualizado em 05/02/2018 14:57 Isabela Teixeira da Costa /Estado de Minas
O setor de decoração se destacou em Minas na década de 1980. Os profissionais da época lutaram pelo reconhecimento da profissão, provaram que se tratava de uma área importante e que movimentava o estado economicamente. Hoje, quase todos que atuam no setor unem duas profissões: arquitetura e design de interiores, com o mesmo profissionalismo, competência e talento dos que abriram o caminho e transformaram a decoração em referência no estado.

Melina Mundim

Henrique César/Divulgação

Trabalha com decoração há 10 anos. Começou como sócia de sua mãe, Márcia Mundim, e depois saiu para carreira solo. Sua primeira formação foi em publicidade, com pós-graduação em marketing, porém se enveredou para a decoração e se formou em design de interiores. “Desde pequena gostei da área. Acho que foi tudo encaminhando, estava insatisfeita na agência onde trabalhava, surgiu oportunidade para mudar de profissão e iniciei a sociedade com a minha mãe”, relembra. A profissional de 34 anos trabalha imaginando cada lar como único. Dessa forma, cada projeto tem seu estilo representado no gosto do morador. “Admiro muito o trabalho de Marina Linhares, Sig Bergamin e Jonathan Adler. Gosto bastante de cor e da mistura de texturas, casa com emoção e sentimentos”, diz Melina, que trabalha sozinha.

Marina Dubal

Henrique César/Divulgação

Arquiteta e urbanista há 12 anos, formada pela UFMG, tem36 anos. Sempre amou qualquer trabalho que envolvesse o processo criativo, e escolheu arquitetura depois de passar por um processo de orientação vocacional, em que descobriu que tinha uma visão espacial muito desenvolvida, além de muita habilidade para a parte administrativa. “Acabei escolhendo o que realmente faz parte da minha personalidade e me instiga a evoluir constantemente: a arquitetura”, conta. Sobre suas referências na área, Marina destaca o trabalho de Arthur Casas, Márcio Kogan e Guilherme Torres. “Vejo a arquitetura e o trabalho do arquiteto de uma forma mais ampla do que uma assinatura ou um estilo definido, até porque, os tempos evoluem e estilos ficam datados a uma época. Acredito que um bom trabalho, seja de arquitetura ou de interiores, tenha como foco as expectativas e necessidade do cliente, buscando funcionalidade e um estilo atemporal e elegante, com a identidade de cada um”, explica a profissional, que quando começou na profissão fazia muitos trabalhos comerciais, mas agora atende a todo perfil de clientes. Para a arquiteta, a diversidade ensina muito e enriquece a prática profissional.” “Nos projetos comerciais e corporativos, aprendemos a extrair a identidade e solucionar problemas na menor fração de tempo e com comprometimento com o custo. Já nos projetos de interiores e residenciais os detalhes fazem a diferença e se aprende como é importante que a personalidade de cada cliente se reflita no projeto, mais do que uma assinatura do profissional. Esse aprendizado de cada área aplicada em projetos diversos, gera resultados mais eficientes e com alta taxa de satisfação dos clientes”.

Maurício Bomfim

Gustavo Xavier/Divulgação - Arquivo Pessoal

O decorador começou no ofício da decoração por instinto. Trabalhava na Líder Interiores como vendedor e, apesar de a loja ter uma arquiteta responsável em fazer projetos de decoração e também pela arrumação da loja, o jovem rapaz começou a dar “uns toques” em alguns ambientes, que caiu no agrado geral. A partir daí, era sempre requisitado para fazer as montagens dos ambientes na loja, e perdeu as contas de quantas vezes refez as produções criadas pela arquiteta.Depois de um tempo percebeu que seu futuro era na decoração. Fez o curso e em plena crise econômica do país abriu seu escritório que já conta com uma ampla cartela de clientes, bastante satisfeitos e que sempre indicam o profissional. Com estilo contemporâneo, sempre ouve seu cliente e faz o projeto de forma a atender aos seus anseios, desejos e necessidades. “Quem me procura já conhece o estilo do meu trabalho, por isso não tenho problema de criar algo que não seja de agrado do cliente. Mas tenho uma facilidade de ouvir e perceber o que o cliente quer, seus sonhos, desejos e necessidades, e faço o projeto dentro desta minha percepção e leitura. Por incrível que pareça, quando apresento a proposta com o leiaute, raramente preciso mexer em algo. Os clientes aprovam 100%. Fico muito feliz com isso”, conta Bomfim.

Tags: design de interiores talento perfil imóveis decoração arquitetura

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