Elias Patrick considera que a automação residencial apresenta maior leque de soluções para as pessoas com alguma dificuldade de locomoção, já que reúne numa única plataforma todos os comandos para o gerenciamento dos sistemas de uma casa, que podem ser acionados através de pequenos painéis instalados nos ambientes ou por equipamentos sem fio, como celulares ou palm tops.
Há também a possibilidade de se trabalhar a automação do mobiliário da casa, junto com o arquiteto, desenvolvendo, por exemplo, prateleiras móveis, que sobem e descem de acordo com a necessidade do usuário, que mudam de posição umas com as outras, para facilitar o acesso a objetos que estejam nelas guardados, explica.
Cláudio Marins, da Iluminar, cita um software que permite ao usuário, por meio de um palm top e com comandos de fala, controlar os sistemas automatizados da casa, como abrir e fechar portas, portões e janelas ou acionar, programar e desligar a iluminaçãoO software reconhece as palavras e pode inclusive ser programado para aceitar os comandos em diversas línguas.
Existem ainda recursos que possibilitam acionar os sistemas através da emissão de sons, como batida de palmas, e do reconhecimento da voz do usuárioElias Patrick lembra os sistemas que podem auxiliar pessoas com limitações auditivasCom eles, um deficiente auditivo pode ser alertado por meio de sinais luminosos sobre uma chamada telefônica ou a chegada de visitante, já que não pode ouvir a campainha.