"As medidas têm sido tomadas aos poucos, como numa colcha de retalhosA cada hora sai uma nova medida e isso causa uma insegurança jurídica a quem adquiriu áreas ou pretende investir na regiãoAlém disso, se as restrições levam a diminuição da oferta de áreas, o preço dos terrenos que ficarem disponíveis pode ser ainda mais elevado, e quem vai sofrer com isso é o consumidor finalO público de renda mais baixa, por exemplo, pode ser empurrado para áreas de estrutura precária, onde os terrenos são mais baratos", raciocina.
Para Nassif, há como promover na região o desenvolvimento sustentável, que permita a ocupação racional das áreas, preservando o meio ambiente, mas sem que isso signifique frear o crescimento"Se permanecer a insegurança jurídica, os empresários vão se retrair, e as portas ficarão abertas para a clandestinidade, como as invasões para a construção de empreendimentos irregulares", alerta.
Para evitar tais problemas, diz Luiz Nassif, o governo do estado está estudando a revisão das medidas restritivas à construção no Vetor NorteJá como resultado desses estudos e consultas, adianta Jader Nassif, deve ser publicada nesta semana a revisão do Decreto 45.097, que trata das diretrizes ambientais do Vetor Norte.