"São situações distintasNa parte que se refere ao atendimento às famílias de três a 10 salários mínimos, onde a compra é feita com a construtora, por meio de financiamento associativo, houve uma melhora nas condições de crédito para o cliente e um reflexo direto na velocidade de vendas para as empresas que já estavam atuando nesse segmento, com empreendimentos lançados e land bank (banco de terrenos) adequado a esse perfilMas a construtora que saiu do zero está enfrentando dificuldades para encontrar terrenos, cujos preços dispararam, além de problemas burocráticos para a aprovação de projetos, processo que continua muito moroso", reclama.
Já para as empresas que atuam no segmento mais popular, para atendimento de famílias entre zero e três salários mínimos, Linhares Junior considera que os primeiros sete meses do programa foram de negociação com a CEF e prefeituras para a definição de parâmetros que tornem viáveis os investimentos"Essas negociações estão praticamente encerradas e acredito que daqui para frente haverá a adesão de mais empresas ao programa para o atendimento a esse públicoContagem e Betim, que saíram na frente, oferecendo isenção de impostos para as empresas e estabeleceram por lei um processo de aprovação de projetos mais ágil, devem receber o maior volume de empreendimentos", prevê.