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Júnia Leticia
- Foto: SXC.hu/Banco de Imagens
CONFIRA DICAS ÚTEIS EM DIAS DE TEMPESTADE

O que fazer dentro de casa:

- Tomar banho durante as tempestades
- Não usar chuveiro ou torneira elétrica
- Evitar contato com estruturas metálicas, como fogão, geladeira, torneiras e canos
- Evitar ligar aparelhos e motores elétricos, para não queimá-los
- Afastar-se das tomadas e evitar usar o telefone
- Desconectar das tomadas aparelhos eletrônicos, como televisão e computador
- Permanecer dentro de sua casa até a tempestade terminar
- Desligar os fios de antenas dos aparelhos

O que fazer fora de casa:

- Evitar contato com cercas de arame, grades, tubos metálicos, linhas telefônicas, de energia elétrica e qualquer objeto ou estrutura metálica
- Permanecer dentro do veículo caso ele tenha teto de estrutura metálica
- Afastar-se de máquinas agrícolas, motocicletas, bicicletas e carroças, campos abertos, piscina, lagoas, praias, árvores isoladas, postes, mastros e locais elevados

OS MITOS SOBRE OS RAIOS:

Instalação de para-raios atrai raios para as edificações?

Não. Em geral, o objetivo dos para-raios é mal compreendido. Muitas pessoas acreditam que eles servem para atrair as descargas elétricas, mas, na verdade, o papel é fornecer um caminho de menor resistência elétrica até o solo.

Um raio não cai duas vezes no mesmo local.

Isso não é verdade. Existem locais que são mais propícios à queda de raios devido às suas propriedades elétricas.

O para-raios do vizinho está protegendo o meu prédio ou casa?

Nem sempre. O para-raios protege uma área no solo correspondente a um círculo cujo diâmetro é quatro vezes a altura de sua ponta superior. Se o prédio ou a casa estiver dentro desse círculo, a edificação está protegida.

Os objetos mais altos sempre são os atingidos pelos raios?

Não. Nada impede que o raio atinja o solo perto de objetos altos
. Eles podem ter maior probabilidade de serem atingidos, mas, quando o assunto é relâmpago, não há como prever.

Espelhos atraem raios?

Não. O mito tem origem no fato de o raio produzir uma luz forte que, refletida no espelho, parece ter vindo dele. Mas é possível que essa crença tenha se originado nos grandes espelhos com estruturas metálicas das casas do Brasil colonial.