Para Jânio Valeriano Alves, do Grupo Maio-Paranasa, o movimento só se mantém vantajoso se o terreno almejado for usado para composição de uma área maior, que justifique o investimento. Quando for uma situação semelhante à nossa, em que a área do prédio melhorou a geometria do terreno, é interessante, desde que, por um preço razoável, pois o metro quadrado vale pelo que ele pode produzir. É isso que interessa", avalia.
Pelo menos até 21 de setembro, quando se encerra o prazo solicitado pela Prefeitura de Belo Horizonte para se adequar às novas regras do setor, o mercado de terrenos na capital ficará paralisado. De acordo com o potencial construtivo do terreno, não vai compensar para a construtora pagar o valor solicitado. A tendência que existia de venda desses imóveis pequenos foi interrompida, por enquanto", pondera Bráulio Franco Garcia, diretor da área imobiliária do Sinduscon-MG.