Investimento no alto padrão

Empreendimentos comerciais de luxo e bem localizados são alvo de empresas em BH

Um ambiente composto por instalações modernas e luxuosas, além de fazer bem ao espírito dos funcionários, ainda se torna um cartão de visitas quando é preciso receber um cliente ou fornecedor

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postado em 11/01/2015 08:00 Silas Scalioni /Estado de Minas
Projeto da arquiteta Patrícia Hermanny para um edifício de escritórios no Funcionários, em Belo Horizonte - Jomar Bragança/Divulgação Projeto da arquiteta Patrícia Hermanny para um edifício de escritórios no Funcionários, em Belo Horizonte
Qualidade de vida está cada vez mais relacionada também ao trabalho. Grande parte das pessoas passa quase que uma vida no escritório e, sendo assim, é natural que conforto e conveniência sejam detalhes decisivos na hora de escolher onde trabalhar. Um lugar assim, complementado por instalações modernas e luxuosas, além de fazer bem ao espírito ainda se torna um cartão de visitas quando é preciso receber um cliente ou fornecedor. Não é por acaso que dia a dia cresce o número de empresas à procura de imóveis comerciais mais luxuosos e bem localizados, inaugurando um novo e promissor nicho de mercado.

Para o diretor-presidente da Conartes, José Francisco Cançado, a tendência é que empreendimentos voltados a esse público sejam cada vez mais valorizados. A construtora, que atua no mercado de alto luxo em Belo Horizonte e em São Paulo, tem em fase de construção na capital dois empreendimentos com esse perfil: o Office Guajajaras, no Bairro Barro Preto, 100% vendido na planta, e o Business Santo Agostinho, no Santo Agostinho. “Ambos são muito bem localizados e atendem plenamente ao que os empresários buscam hoje”, diz o diretor da Conartes.

José Francisco Cançado, presidente da Conartes, diz que a tendência é que esses imóveis sejam mais valorizados - Conartes/Divulgação José Francisco Cançado, presidente da Conartes, diz que a tendência é que esses imóveis sejam mais valorizados
José Francisco ressalta que os empreendimentos, por se localizarem em regiões movimentadas e com grande déficit de vagas para carros, oferecem estacionamentos rotativos, que valorizam ainda mais o investimento. “Os edifícios foram pensados para oferecer total conforto para quem for usufruir de seus espaços, além de apresentar instalações tão luxuosas quanto os imóveis residenciais de alto luxo que o mercado oferece. É tudo que o empresário de bom gosto quer hoje em dia”, completa.

REAL PREFERÊNCIA

Cássia Ximenes, diretora de Vendas da Silvio Ximenes Imóveis, afirma que, realmente, os imóveis que oferecem conforto, comodidade, pelo menos um certo luxo e boa localização são os mais procurados. “Não há como negar que, por passar boa parte do seu tempo no ambiente de trabalho, as pessoas estão buscando fazer isso com mais prazer e, da mesma forma, fazer com que seus clientes se sintam bem. Nesse aspecto, um dos fatores primordiais hoje é ter lugar para estacionar, uma vez que conseguir vagas atualmente em BH é um sacrifício. Estacionamento pode ser considerado hoje item de luxo em um imóvel.”

Para ela, luxo em imóvel hoje é também sinônimo de economia, de politicamente correto, de se preocupar com o planeta. Dentro disso, o imóvel tem de ser inteligente, que demande pouco gasto de energia, que carregue conceitos de sustentabilidade compatível com a realidade atual. “E não há como pensar em um lugar de luxo e funcional sem boas ferramentas de conectividade. Internet é tudo hoje para o negócio e eficiência nesse ponto significa um artigo de luxo”, diz, ressaltando ainda que beleza e decoração adequada são fatores que influenciam muito na hora de escolher um imóvel comercial. “E isso não deve ficar restrito apenas a um imóvel específico, mas a todo o conjunto, pois o cliente começa a ter boa impressão do local logo que tem o primeiro contato com ele.”

A diretora de Vendas da Silvio Ximenes revela que os imóveis nessa condições, mesmo mais caros, são alugados ou vendidos bem mais rapidamente do que outros. Preferindo não identificar para não prejudicar ninguém, ela cita como exemplo um imóvel na Praça ABC, mal cuidado e sem estacionamento, que, mesmo muito bem localizado, está há mais de dois anos fechado. “Por outro lado, na esquina de Aimorés com Afonso Pena, um outro, onde funcionava um banco, foi reformado, recebeu um bom up grade e foi alugado (ou vendido) rapidinho, o que comprova plenamente quais são os objetivos de quem busca se estabelecer em algum lugar hoje”, completa.
Jomar Bragança/Divulgação

Tags: arquitetura

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Filipe - 11 de Janeiro às 15:39
Sempre as mesmas matérias, com as mesmas pessoas, falando sempre a mesma coisa: que o mercado imobiliário está indo de "vento em popa"...ainda mais no segmento comercial, onde as empresas estão cortando custos e cancelando investimentos...

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