Empresas investem em plantas inteligentes para aproveitar ao máximo o terreno

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postado em 27/11/2015 17:04 Augusto Pio /Estado de Minas
Edifício Manhattan Square, da Patrimar Engenharia: plantas dos imóveis foram projetadas de acordo com as necessidades dos moradores - Lucas Couto/Divulgação Edifício Manhattan Square, da Patrimar Engenharia: plantas dos imóveis foram projetadas de acordo com as necessidades dos moradores
Com a saturação imobiliária da Região Centro-Sul de Belo Horizonte, algumas empresas do segmento de alto padrão passaram a investir em soluções construtivas para aproveitarem melhor os terrenos. Diante disso, novos projetos estão proporcionando residenciais otimizados nessa área, que é uma das mais valorizadas da capital mineira. Flávio Galizzi, vice-presidente da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), explica que a saída para a escassez de espaço nos grandes centros é o desenvolvimento de plantas inteligentes que permitam o máximo de aproveitamento dos lotes. “Apesar do aumento de investimentos em outras áreas de BH e região metropolitana, a Região Centro-Sul continua sendo a mais valorizada. Como bons terrenos são raros e, muitas vezes, restritos, a saída para driblar o problema é a otimização da área construída.”

Para o conselheiro e fundador da Construtora Concreto, Miguel Safar, o grande diferencial desse tipo de empreendimento é, justamente, essa combinação entre a harmonia do espaço e a excelente localização. “Com o crescimento urbano, fica cada vez mais difícil conciliar a falta de terrenos na Região Centro-Sul com a implantação de soluções de alto padrão. Portanto, a proposta é oferecer o melhor com o máximo de área utilizável, o que valoriza o empreendimento em cada metro quadrado”, salienta Miguel.

Ele ressalta que um exemplo que alia arquitetura harmônica e conforto é o Imperial Tennis Residence, da Concreto Empreendimentos, no Bairro, Sion. Com 1,8 mil metros quadrados (m²) de área construída, o residencial conta com amplas unidades de 162m² cada, prontas para morar. São duas suítes, duas semissuítes e de três a quatro vagas de garagem. A ausência de corredores e a disposição planejada dos cômodos foram alguns recursos desenvolvidos na planta.

Miguel salienta que o projeto do Imperial permitiu, ainda, a implantação na área comum do prédio de um escritório no conceito My Office, espaço de uso exclusivo para cada apartamento que pode facilitar a rotina de quem trabalha em uma grande metrópole como a capital mineira. “É importante ressaltar espaço inteligente de convivência, que reúne uma completa área de lazer incluindo quadra de tênis, espaço gourmet, espaço fitness, piscinas, spa com sauna, espaço kids e um salão de festas.”

Outro empreendimento que segue essa tendência é o Manhattan Square, da Patrimar Engenharia. A fachada e todo o conceito do residencial foram inspirados no importante centro financeiro e comercial da cidade de Nova York. Localizado na Savassi, o edifício é arrojado, funcional e prático e está sendo construído em um terreno de 3.130m², com 25 andares, 150 apartamentos, dez lojas, 10 elevadores, lazer completo do pilotis à cobertura e estacionamento com manobrista para os condôminos.

São 114 apartamentos de um quarto, 24 de dois quartos e 12 duplex. Além disso, existem vários tamanhos disponíveis que variam entre 18m² e 119m². “Com diferentes áreas, as plantas dos imóveis foram projetadas de acordo com as necessidades dos moradores. Por isso, apresentam as opções mais inteligentes do mercado em termos de funcionalidade e comodidade”, afirma a arquiteta da Patrimar, Juliana Lembi.

Ela garante que o Manhattan une praticidade, conforto e bom gosto. “O empreendimento está localizado em um bairro para se andar a pé, observando e aproveitando tudo o que há por ali. Se em uma rua você visita uma nova galeria de arte que está fazendo o maior sucesso, na outra você toma aquele cafezinho de sempre. E sem se esquecer de passar no banco, na padaria ou na farmácia que estão no caminho.”
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