CASA PRÓPRIA

Procurando driblar a crise, construtoras oferecem facilidades aos clientes

Condições favoráveis de pagamento e agilidade na obtenção do financiamento são alguns das ofertas anunciadas por empresas do setor da construção civil

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postado em 04/12/2015 17:00 / atualizado em 04/12/2015 16:38 Augusto Pio /Estado de Minas

Diretor comercial e de Marketing da Patrimar, Lucas Couto diz que a grande novidade desta edição é a flexibilidade no pagamento - ARQUIVO PESSOAL Diretor comercial e de Marketing da Patrimar, Lucas Couto diz que a grande novidade desta edição é a flexibilidade no pagamento

As construtoras mineiras estão investindo em estratégias para estimular as vendas de imóveis, oferecendo boas condições para os clientes. No sábado, dia 22, a Patrimar e a Novolar promovem o Oportuniday, uma boa opção para quem deseja adquirir imóveis com o selo de qualidade da construtora e aproveitando as condições especiais de pagamento. Além disso, a própria diretoria do Grupo Patrimar fará as negociações, o que confere ainda mais facilidade aos contratos que serão fechados. O evento será realizado na sede da construtora, na Rua Desembargador Jorge Fontana, 428, Bairro Belvedere, das 8h às 20h.

Os empreendimentos que estão prontos: Priorato, Holiday Inn, Neuchâtel, Jornalista Oswaldo Nobre, The Falls, Via Gasparini, Springfield, Naples, Greenport, Park Residence e Palo Alto estarão disponíveis para venda com condições únicas no ano. “A grande novidade desta edição fica por conta da flexibilidade no pagamento. Aceitaremos apartamentos e carros na negociação, mediante avaliação, que será feita na hora. Além disso, ofereceremos financiamento facilitado de até 80% do valor e por até 180 meses”, declara Lucas Couto, diretor comercial e de Marketing do Grupo Patrimar.

Lucas estima que a perspectiva de vendas gire em torno de R$ 20 milhões a R$ 30 milhões. “A estratégia para conquistar o mercado é o foco nas condições que a construtora está oferecendo para facilitar a compra do imóvel. Por exemplo, aceitamos apartamento e carro como parte do pagamento, além de financiamento facilitado em até 180 meses e até 80% do valor do imóvel, incluindo ITBI e registro. Além do financiamento, o cliente pode optar por uma linha de crédito tradicional, com qualquer banco que tenha relacionamento.”

O diretor da Patrimar explica que são 160 unidades em diferentes empreendimentos e localizações da cidade. “Serão aproximadamente R$ 120 milhões. Para este ano, lançamos o Edifício Unio Square (Patrimar), na Rua da Bahia, e o Brooklyn (Novolar), na Avenida Bernardo Vasconcelos, além de mais dois empreendimentos que estão previstos ainda para este ano. A curto prazo, não pensamos em fazer outro Oportuniday, mas, no futuro, essa questão será avaliada novamente. Como exemplo, tem dois anos que fizemos a primeira edição do projeto”, observa Lucas Couto.

CRÉDITO “Viemos de um momento de muita oferta de crédito, com a Caixa Econômica Federal e outros bancos dando boas condições para o financiamento. Isso gerou um grande movimento de compra. Atualmente, como o financiamento foi restringido, o número de compradores caiu na mesma proporção. Não houve queda de preço, mas uma redução acentuada do número de compradores e das pessoas aptas a conseguir financiamentos. Em um primeiro momento, isso assustou, em função da redução em 50% do crédito para usados, pois, normalmente, para comprar um novo, vende-se o antigo. No entanto, as pessoas não sabem que o usado pode ter financiamento de 80% desde que o comprador tenha o recolhimento normal de FGTS”, diz  Otimar Bicalho, presidente da CMI/Secovi-MG.

“A situação traz insegurança para alguns empreendedores e facilita o momento de compra. O cliente está sendo beneficiado. Não há crise, mas o mercado está voltando para o movimento de compra normal na cidade. Antes, havia 1.600 comercializações por mês, e hoje temos 1.400; e essa é uma condição normal que sempre tivemos. Acredito que a dificuldade de financiamento é o que está refletindo no mercado”, ressalta Otimar.

Segundo ele, este é o momento ideal para a compra por uma simples razão: “O preço da unidade está congelado. Há um ano, os custos vêm subindo violentamente. Por isso, acredito que esse preço não vá continuar estável por muito tempo. Teremos aumento de preço em breve e não chegaremos ao fim do ano com essa estabilidade de preço nos apartamentos.”

Tags: horizonte belo empreendimentos construtoras própria casa

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