Simplesmente indispensáveis

Móveis que estão sempre na moda são aliados importantes para famílias que vão mudar e não querem ter dor de cabeça ao tentar combinar estilo ao espaço escolhido

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postado em 14/06/2010 11:32 Júnia Leticia /Estado de Minas
A designer de interiores Jane Castro diz que é preciso priorizar peças de melhor qualidade e as que os moradores mais gostam - Fotos: Eduardo Almeida/RA Studio A designer de interiores Jane Castro diz que é preciso priorizar peças de melhor qualidade e as que os moradores mais gostam
Escolher móveis que não saem de moda é uma das dicas de especialistas para famílias que estão de mudança para um novo apartamento ou casa. Segundo a designer de interiores Tânia Freitas, as peças contemporâneas normalmente admitem uma convivência eclética com outros objetos que compõem o ambiente. "Quanto mais radical o visual (rústico, lúdico e de época, por exemplo), menos independência de permanência terão. A forma atual de arranjo e leiaute admite uma mistura de estilos, mas aí tem de entrar o bom gosto para não parecer loja de topa tudo", comenta.

Segundo Tânia Freitas, o melhor é escolher aquilo que configure a necessidade do tamanho dos moradores, evitando peças de grandes dimensões. "Quem muda muito tem de estar sempre racionalizando no ato de comprar os móveis. Deve ter em mente que a próxima morada é uma incógnita", alerta. Outra dica é sempre evitar jogos de móveis que se relacionam como um conjunto, necessitando de grandes espaços.

Para fazer a seleção do que será aproveitado na casa nova, a designer de interiores Jane Castro fala que é preciso priorizar as peças de melhor qualidade e, claro, as que o morador mais gosta. "Normalmente, os móveis que sempre podem ser aproveitados em outros locais, independentemente de suas dimensões, são cadeiras ou mobiliário, ambos de design", explica.

Redefinir a funcionalidade dos móveis é outra boa opção, como diz a professora Renata Filipetto. "Por vezes, a antiga cômoda que ficava no quarto da nossa avó pode servir como um elegante aparador na sala de estar ou um apoio para a sala de jantar e da cozinha. Tudo depende de saber conjugar espaços e móveis, procurando uma segunda função para o que temos".

Dependendo do ambiente, apostar em poucas peças é a solução para não errar, mesclando o antigo ao novo. "Sem dúvida, o menos é mais econômico, pois em uma mudança não se põe nada fora. Aí também está a praticidade de manutenção da casa. Por outro lado, o mais nos proporciona o conforto de usufruirmos de espaços mais aconchegantes e personalizados. O ideal é o equilíbrio racional", diz Tânia Freitas.
A arquiteta Renata Filipetto de Oliveira diz que planejar o uso dos itens é fundamental - A arquiteta Renata Filipetto de Oliveira diz que planejar o uso dos itens é fundamental

De qualquer forma, se a alternativa escolhida for fazer adaptações com o que já se tem, a regra é optar por profissionais e materiais de boa qualidade, conforme Tânia. "Se elas forem feitas por você mesmo, faça uma amostra primeiro para sentir o efeito. Consulte a internet para dicas dos trabalhos a serem executados. Tem quase tudo, mas é preciso verificar a qualidade dos móveis e se os materiais admitem as possíveis modificações, como uma mesa de vidro, por exemplo".

REFORMA

Entretanto, este trabalho tem de ser cuidadosamente pensado, de acordo com a designer Jane Castro. "De maneira geral, os móveis que podem ser reformados são estofados e mobiliários de madeira e o mercado hoje oferece bons profissionais, com experiência. Mas são raros os casos em que vale a pena o trabalho". Dar uma repaginada no tecido, pintar, retocar o verniz são algumas das mudanças que, na maioria das vezes, compensam, segundo Tânia.

A designer estima que, para reformar um sofá de três lugares, o investimento seja de, aproximadamente R$ 600 de mão de obra, mais 12 metros de tecido, que tem um preço médio de R$ 70. "O custo de reforma então ficará por volta de R$ 840. Mas consulte um profissional qualificado para receber orientações", aconselha Tânia.
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