Representação do setor

Secovi-MG completa 42 anos oficialmente registrado

Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais amplia representatividade e raio de ação

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postado em 28/01/2016 16:24 / atualizado em 28/01/2016 16:43 Augusto Pio /Estado de Minas
Cristina Horta/EM/D.A Press
A partir deste ano, o Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (Secovi-MG) passa a exercer efetivamente a representação do segmento. É que a entidade que foi criada pela Câmara do Mercado Imobiliário (CMI/MG) está completando 42 anos. Ela é uma sociedade civil que também representa os mesmos setores que compõem a base sindical do Secovi-MG. Assim, o que ocorrerá é o fortalecimento das ações já realizadas pela CMI/MG em prol do mercado imobiliário em função da oficialização da entidade. “Teremos uma representação ainda mais forte e efetiva junto ao poder público e à sociedade de uma maneira geral, lutando pelos direitos e interesses do setor e promovendo uma percepção da importância do mercado imobiliário para a economia. Além disso, neste ano, o Secovi-MG passa a recolher a contribuição sindical de todas as empresas que fazem parte da base”, conta Ariano Cavalcanti de Paula, presidente do Secovi-MG.

Ele explica que a CMI/MG é uma sociedade civil organizada, fundada em 1974, que sempre defendeu o segmento (incorporadoras e urbanizadoras, loteadoras, administradoras de imóveis e corretoras). “Ela é responsável por elevar a imagem do setor e defender os interesses do segmento junto ao poder público, tendo desempenhado papel decisivo em várias frentes, como conferências urbanas e participação efetiva na criação da lei do inquilinato e sua atualização em 2012. A CMI/MG também sempre defendeu e atuou junto a diversos projetos de lei nas instâncias federal, municipal e estadual.”

Já o Secovi-MG, como representante do mercado e dos mesmos segmentos que a CMI/MG defende, vem ampliar a representatividade ao obter a carta sindical e se legitimar como sindicato. “Além disso, o Secovi-MG trará para si a arrecadação do imposto sindical, que, até 2014, era recolhido para outra entidade não ligada ao mercado imobiliário. Com a CMI/MG, o sindicato vai ampliar a força na defesa dos interesses desse setor. Os diversos benefícios já oferecidos aos associados à CMI/MG, como os convênios com Copasa, Cemig, TJMG e OAB, serão fortalecidos.”

Ariano Cavalcanti de Paula, presidente do Secovi-MG - Arquivo pessoal Ariano Cavalcanti de Paula, presidente do Secovi-MG
Ariano salienta que as empresas que compõem a base sindical (corretoras e administradoras de imóveis, loteadoras e urbanizadoras e incorporadoras) terão que, obrigatoriamente, recolher a guia 2015 para o Secovi-MG, sob pena de, o fazendo a outra entidade, ter que pagar novamente. “A carta sindical foi concedida pelo Ministério do Trabalho e Emprego e foi proferida, em 18 de dezembro de 2014, pelo Tribunal Superior do Trabalho (processo AIRR-0001259-37.2011.5.10.0003). Caso as empresas tenham alguma dúvida em relação à contribuição sindical, podem consultar o MTE ou o site do Secovi-MG (www.secovimg.com.br).”

REGISTRO O presidente do Secovi-MG explica que o registro de sindicato vem sendo buscado desde 1995, mas era impugnado. “Posteriormente, retomamos o trabalho em 2005, quando enfrentamos uma nova impugnação nos tribunais. Somente em 2014, o processo foi concluído a favor do Secovi-MG, em função da morosidade da Justiça brasileira. A Câmara Brasileira de Comércio e Serviços Imobiliários (CBCSI) e a Fesecovi (Federação dos Secovis) reúne os Secovis de todo o Brasil. A Fesecovi promove, bimestralmente, reuniões para alinhar informações do mercado. Já a CBSI é responsável pela representação junto ao Legislativo federal, reunindo todas as opiniões dos Secovis em nível nacional”, ressalta Ariano.

“Estamos conversando com diversos empresários dos segmentos que representamos, ouvindo os anseios e necessidades para ampliar os serviços que atendem esses interesses. Em suma, vamos ampliar os bons e reconhecidos serviços que a CMI/MG já realiza ao longo destes 42 anos”, garante o presidente do Secovi-MG.
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