Responsabilidade ambiental

Projetos sustentáveis de construtoras mineiras já são reconhecidos pela importância

Construtoras mineiras investem cada vez mais em projetos sustentáveis. Algumas iniciativas já são reconhecidas com selos e certificados nacionais

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postado em 28/06/2016 10:00 Carolina Cotta /Estado de Minas
Residencial do Grupo EPO, no Vale do Sereno, respeita cota mínima de ocupação urbana - EPO/Divulgação Residencial do Grupo EPO, no Vale do Sereno, respeita cota mínima de ocupação urbana
A MRV Engenharia está compensando 100% de suas emissões de gases de efeito estufa diretas e indiretas referentes a 2015 por meio do apoio a projetos sustentáveis em diversos estados em que atua, e também na Amazônia. A construtora garantiu novamente sua entrada no Programa GHG Protocol, ao qual aderiu no ano passado e tem como objetivo estimular a cultura corporativa para a elaboração, publicação e verificação externa de inventários de emissões de gases do efeito estufa.

Segundo o presidente da companhia, Eduardo Fischer, as novas marcas atingidas pela companhia na esfera da sustentabilidade refletem um trabalho intenso da construtora para realizar ações em prol do meio ambiente e da sociedade de forma responsável e transparente, alinhada às melhores práticas do mercado internacional. “Além disso nos preocupamos em concentrar os esforços para atingir de forma positiva as regiões que são diretamente relacionadas ao nosso negócio”, completou.

A compensação será realizada no âmbito do Programa Amigo do Clima, que confere transparência e rastreabilidade à ações de compensação utilizando créditos de carbono de padrões internacionais como o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), vinculado ao Protocolo de Kyoto, ou o Voluntary Carbon Standard. Os projetos escolhidos vão de substituição de combustíveis fósseis à geração de energia renovável hidroelétrica e por meio da utilização de biomassa como bagaço de cana, resíduos florestais e biogás, entre outros.

Em outra esfera, a sustentabilidade também é um dos pilares da EPO, que vem conquistando avanços ambientais que vão da mobilização em torno da educação nos canteiros de obra até a qualidade dos produtos. A gestão eficiente de resíduos vem avançando. O gerenciamento adequado, cuja destinação prioriza locais apropriados para reutilização e reciclagem, evita a emissão de CO2 e contribui para um planejamento mais eficaz na utilização dos materiais, além de reduzir o desperdício e propor a substituição das matérias-primas.

“O gerenciamento tem início na concepção dos projetos. Tudo é pensado para gerar cada vez menos descarte e reaproveitar o máximo. Os colaboradores também são capacitados e conscientizados para reutilizar e reciclar na própria obra e para segregar na fonte. As medidas sustentáveis colaboram para a eficiência nos processos, como monitoramento e controle de ruídos, uso racional de insumos, preferência por aquecimento solar na área de vivência”, afirma Alexandre Simões, gerente de projetos da EPO. A ocupação planejada e valorização do entorno são outras prioridades do grupo.

O Paisagem Escritório Parque, localizado no Bairro Alto Santa Lúcia, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, por exemplo, reúne edifícios escalonados e independentes. “O projeto, do arquiteto Gustavo Penna, priorizou terraços descobertos com vista panorâmica da cidade, fachadas curvas que acompanham o relevo do terreno, uma tipologia interna flexível, espaços integrados, além do aproveitamento da iluminação natural”, ressalta Simões.
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