Conheça a cidade fantasma no meio do mar que é atração turística no Japão

Ilha construída no século 19 por montadora de carros agora é cenário surpreendente em pleno oceano

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postado em 22/01/2014 08:00 / atualizado em 08/03/2018 11:37 Joana Gontijo /Lugar Certo
Hashima/Divulgação
Construída exclusivamente para funcionar como uma base para a extração de carvão e abrigar operários e trabalhadores, esta cidade foi, no século 19, instalada no meio do mar. Quase 40 anos depois de ficar completamente inabitado, o lugar agora é carinhosamente chamado de Ilha Fantasma, e instiga em turistas do mundo todo o desejo de visitá-lo.


A Ilha de Hashima, erguida em 1890 pela Mitsubishi, é fruto de planos audaciosos da montadora de veículos que queria tornar a região um espaço voltado unicamente para a moradia e a exploração de carvão submarino. No auge, chegou a acomodar 5.259 pessoas.

Hashima/Divulgação
Localizado na província de Nagasaki, o pedaço de terra agora está completamente esquecido em alto mar. Na década de 1960, quando o carvão sofreu com a concorrência do petróleo, teve início a desocupação. A maior parte das minas do Japão começou a encerrar as atividades até que a ilha também conhecida como Gunkanjima ou Gunkanshima ficou totalmente despovoada e vazia, em 1974.

O acesso à Hashima foi retomado em abril de 1999. Em 2008, uma organização não-governamental protocolou junto à Unesco pedido para que se tornasse Patrimônio Mundial da Humanidade. Um ano depois, um pequeno trecho foi reaberto para roteiros turísticos.

Hashima/Divulgação
Distante 15 quilômetros da costa, a ínsula de paisagem onírica inspirou os autores de 007 – Operação Skyfall, lançado em 2012. Os criadores do filme firmaram ali a morada do personagem interpretado por Javier Bardem, o criminoso Raoul Silva.

Hashima/Divulgação
Depois que apareceu no cinema, a ilha também chamou atenção do Google, que recebeu autorização para mapeá-la. Através do Google Street View, é possível fazer um passeio virtual pelas edificações de concreto abandonadas em pleno oceano.
Hashima/Divulgação

Tags: meio

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Rodrigo - 22 de Janeiro às 10:47
Tá melhor do que muito prédio de apto de 200 mil em Belo Horizonte.

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